Viver
Acaso. Festival de teatro estreia a peça Medeia e destaca criatividade de Pedro Oliveira
Arranque esta quinta-feira, com exposição e o monólogo Agripina
Com papel, água e cola fazia uma pasta, dava asas à criatividade, e criava as cabeças das personagens para as peças de fantoches e marionetas. O corpo era improvisado a partir de qualquer material. Os bonecos do Pedro, fundador, encenador e actor de O Nariz Teatro foram reunidos numa exposição, com fotografias e artigos de jornais, no Teatro Miguel Franco, em Leiria. Este foi o palco escolhido para iniciar hoje o 31.º Acaso Festival Internacional de Teatro, promovido pel’ O Nariz, com a peça Agripina, a menor, às 21:30 horas.
“Para o Pedro, tudo servia para fazer bonecos. Com os dedos na pasta de papel modelava olhos, bocas e bochechas, e fazia saltar orelhas e narizes nas cabeças”, contam Mafalda Brito e Rui Pedro Lourenço, da Editora Barca do Inferno, e organizadores da exposição. “Com o que a imaginação apanhasse, construía os corpos: panelas, tampas, torneiras, latas, garfos ou pistões de trompete passam a ser troncos e membros de figuras, umas mais animais, outras mais humanas”, acrescentam.
Sabia que pode ser assinante do JORNAL DE LEIRIA por 5 cêntimos por dia?
Não perca a oportunidade de ter nas suas mãos e sem restrições o retrato diário do que se passa em Leiria. Junte-se a nós e dê o seu apoio ao jornalismo de referência do Jornal de Leiria. Torne-se nosso assinante.