Sociedade
Campo de escoteiros da Barosa, em Leiria, vandalizado
Já recuperado dos estragos das tempestades, o espaço foi agora vandalizado
Cadeiras, mesas, vasos e vassouras partidas, suportes para chapéus de sol queimados e danos na parte eléctrica. Foi desta forma que ficou o campo do Grupo de Escoteiros da Barosa, em Leiria, depois dos actos de vandalismo que sofreu na semana passada.
Fábio Gonçalves, fundador e chefe de tribo no grupo 251, conta que o espaço tinha sido "arrasado" com as tempestades, mas, "com esforço" dos seus membros e ajuda de voluntários, foi recuperado e reflorestado. Agora, ficou, de novo, danificado por actos de "pura maldade".
O dirigente chama ainda a atenção para a demora na reposição da iluminação pública e da vedação do parque de merendas da Barosa, onde se insere o campo de escoteiros, situação que, no seu entender, deixa o espaço "mais vulnerável" a actos de vandalismo como aquele que aconteceu.
O Movimento Cívico Barosa Viva não ficou indiferente e mobilizou-se para apoiar o Grupo de Escoteiros 251. Com ajuda de um parceiro, entregaram no local "quatro mesas e 16 cadeiras para poderem sentar os seus escoteiros nas suas actividades", refere uma nota publicada na sua página de facebook.