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Filme português ganha prémio principal do Ha Ha Art Film Festival
Júri atribui cinco prémios e três menções honrosas, no total
Óculos de sol pretos, de Pedro Ramalhete, ganhou o prémio de melhor longa-metragem na quinta edição do Ha Ha Art Film Festival, organizado pelo Cineclube de Pombal.
Foi a primeira vez, na história do certame, que existiu competição para longas-metragens.
O júri atribuiu a The end, de Niki Lindroth von Bahr, o prémio de melhor curta-metragem.
Outros galardões que constam no palmarés do Ha Ha Art em 2026: Rui Carlos, de Margarida Paias, melhor curta nacional; Nicolás Pereda, prémio de contribuição excepcional, por Lo demás es ruído; e Cara de cona, de Guillermo de Oliveira, prémio do público.
Foram ainda entregues três menções honrosas, a L'amie en commun, de Louis Douillez, na categoria de melhor curta; Argumentos a favor do amor, de Gabriel Abrantes, na categoria de melhor curta nacional, e ainda a Dorian Jespers, pela realização de Loynes, na categoria de contribuição excepcional.
O Ha Ha Art Film Festival levou a concurso curtas e longas-metragens de 21 países, em Pombal, de 21 a 26 de Outubro.
De um total de 429 filmes submetidos ao festival, 37 foram escolhidos para ir a concurso - 33 curtas e quatro longas -, representando diversas formas de cinema de humor, de países que incluem o Irão, a Roménia ou Singapura.
Entre os seleccionados, 16 foram estreias nacionais e um dos filmes, Lo demás es ruído, teve estreia absoluta em Pombal.