Viver

Nascentes. Uma “baleia branca” a emergir no festival que ouve o mundo de pé no rio

2 jul 2026 10:00

Até domingo, a aldeia das Fontes e a nascente do Lis são o cenário para concertos e encontros que entrelaçam diferentes geografias, linguanges e formas de estar na música e na criação

O ensemble sueco e dinamarquês Bitoi entrelaça baixo elétrico com vozes femininas
O ensemble sueco e dinamarquês Bitoi entrelaça baixo elétrico com vozes femininas
Nascentes
O rio como palco e momento de fruição
O rio como palco e momento de fruição
FB Nascentes
Sempre o cenário de maior intensidade: a adega do Luís
Sempre o cenário de maior intensidade: a adega do Luís
FB Nascentes
O festival voltará a encerrar na nascente do Lis
O festival voltará a encerrar na nascente do Lis
FB Nascentes

Seis horas antes de voltar a jogar a selecção, um dos guitarristas portugueses com mais sucesso ao longo das últimas décadas na exploração dos elementos do rock, do blues e das raízes tradicionais apresenta-se no festival Nascentes. Tó Trips tem laços com a aldeia das Fontes, onde já esteve várias vezes, no meio do público. Regressa como protagonista e o concerto pode mesmo ser um dos mais especiais da edição de 2026: pela serra adentro, durante uma caminhada a soar entre a paisagem.

Logo a seguir, também esta quinta-feira, 2 de Junho, o ensemble sueco e dinamarquês Bitoi entrelaça baixo elétrico com vozes femininas e letras que resultam do canto de pássaros, os Plaka, de Barcelos, oferecem rumba e afrobeat, e já noite, manifesta-se a energia noise rock e art punk dos Sunflowers, vindos do Porto.

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