Viver

Mosteiro da Batalha. Luís Ceiça capturou mais de 40 anos em milhares de imagens

18 jun 2026 10:00

Começou em 1981 e só saiu para a reforma. Pelo meio, o antigo guarda do monumento património da humanidade fotografou (quase) tudo, incluindo as visitas de Lech Waleza e do Rei de Espanha

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Com 68 anos, continua a regressar ao edifício que considera casa e a que conhece todos os cantos, do ponto mais alto, aos subterrâneos
Ricardo Graça

Da casa onde Luís Ceiça cresceu em criança, via-se o Mosteiro da Batalha. Os mais de 40 anos de trabalho no edifício património da humanidade estão documentados em milhares de fotografias e filmes, que continua a guardar, com dedicação.

O diário visual captura um vínculo que se espraia entre a infância e a reforma. E que não esmorece. Mesmo aposentado, regressa. “Tenho de vir cá de vez em quando. Faz-me falta”. Sempre que o antigo funcionário do Estado fala sobre o monumento, não é apenas a história que se encontra nos livros – é memória viva.

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