Viver

Sérgio Carolino. “Como artistas, temos uma função muito forte e uma voz”

12 mar 2026 10:07

O solista de tuba natural de Alcobaça prossegue a carreira internacional com concertos em vários continentes e uma longa lista de novas gravações que este ano vão chegar ao público

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O músico é também co-fundador e director do Gravissimo!, festival dedicado aos metais graves
Ricardo Graça

Nada menos do que sete discos com a participação de Sérgio Carolino têm lançamento previsto para as próximas semanas ou meses. Gassen, com o grupo Mr. SC & The Wild Bones Gang, e Live Sessions 2006-2023, em nome próprio, mas também Styx, com o trio Slides, Keys’n Pistons, Hangin’ From The Strings, com o trombonista Hugo Assunção e um quarteto de cordas sob a direcção do maestro Alberto Roque, Sinergias, com a Banda Sinfónica do Exército dirigida por Renato Tomás, Gravíssimo ’23 Live Concert, com o colectivo Ray Anderson Big Pocket Brass Band, e, ainda, uma colectânea de música escrita por Jim Self, que faleceu recentemente, a “voz” da nave-mãe no filme Encontros Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg.

No horizonte aproximam-se, por outro lado, várias viagens para recitais no Japão, China, Estados Unidos, México, Hungria, República Checa e Espanha, além dos concertos em Portugal, onde o músico natural de Alcobaça mantém, desde 2002, a posição de tubista principal na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.

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