Abertura

Extramuralhas: uma quinzena de edições que transformaram uma cidade

20 ago 2026 07:35

E, agora, a 20, 21 e 22 de agosto, Leiria volta a trocar o quotidiano habitual por vestidos vitorianos, maquilhagem pálida e sonoridades sombrias, mas não só: o festival abriu-se à capital de distrito, tornando-se parte da sua geografia afectiva e do seu calendário cultural

Young Gods no Jardim Luís de Camões em 2023
Young Gods no Jardim Luís de Camões em 2023
Ricardo Graça
Depois de oito edições no castelo de Leiria, em 2018 o festival desceu à cidade e passou de Entremuralhas a Extramuralhas
Depois de oito edições no castelo de Leiria, em 2018 o festival desceu à cidade e passou de Entremuralhas a Extramuralhas
Arquivo Jornal de Leiria
Grausame Töchter, projecto alemão que se estreou em Portugal no Entremuralhas de 2016
Grausame Töchter, projecto alemão que se estreou em Portugal no Entremuralhas de 2016
Sempre em ambiente tranquilo, os primeiros anos no castelo atraíram de imediato a família punk e gótica
Sempre em ambiente tranquilo, os primeiros anos no castelo atraíram de imediato a família punk e gótica
Arquivo Jornal de Leiria
Sempre em ambiente tranquilo, os primeiros anos no castelo atraíram de imediato a família punk e gótica
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Arquivo Jornal de Leiria
Sempre em ambiente tranquilo, os primeiros anos no castelo atraíram de imediato a família punk e gótica
Sempre em ambiente tranquilo, os primeiros anos no castelo atraíram de imediato a família punk e gótica
Arquivo Jornal de Leiria
Pedro Miguel Carvalho

Em 2026, o Extramuralhas celebra a 15.ª edição. Um número redondo que carrega um percurso que merece ser olhado. Por outro lado, há um equilíbrio histórico quase simétrico: no próximo ano, o festival terá atingido as 16 edições, divididas exatamente ao meio – oito dentro das muralhas do Castelo de Leiria (sob a designação Entremuralhas, 2010–2017) e oito para lá delas, já como Extramuralhas (2018–2027, com o interregno forçado pela pandemia). Um espelho perfeito entre o que foi e o que se tornou.

E, agora, a 20, 21 e 22 de agosto, Leiria volta a trocar o quotidiano habitual por vestidos vitorianos, maquilhagem pálida e sonoridades sombrias, mas não só: o festival abriu-se à cidade, tornando-se parte da sua geografia afectiva e do seu calendário cultural.

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