Sociedade

Falta de espaço físico impede crescimento imediato da ESECS

14 nov 2019 11:37

A Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Politécnico de Leiria está a comemorar quatro décadas e tem como objectivo garantir novas instalações para poder continuar a crescer.

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Cerca de 2300 alunos frequentam as licenciaturas, mestrados, pós- -graduações, cursos técnicos superiores profissionais, entre outras formações da ESECS
Ricardo Graça

É o mais antigo estabelecimento de ensino superior do distrito. Criada formalmente em 1979 como escola autónoma, iniciou as suas actividades lectivas em 1985 e, em Abril de 1987, foi integrada no Politécnico de Leiria. Começou por funcionar no Convento de Santo Estêvão, mas a necessidade de crescer fê-la mudar para a actual localização, cujo edifício tornou-se pequeno para o nível que a ESECS já atingiu e o caminho que quer percorrer.

“Se tivéssemos o dobro da área ainda seria pequena hoje. Com o triplo do espaço atrever-me-ia a dizer que não seria de mais para o conjunto de actividades que desenvolvemos”, constata Sandrina Milhano, directora da ESECS. A responsável admite que a falta de espaço é um “constrangimento”.

“Neste momento, temos oito propostas de cursos para avançar, que têm alguma dificuldade em concretizar-se, tendo em conta o facto de não termos mais espaço nem condições para albergar mais estudantes, mais colaboradores, mais docentes e não docentes e a quantidade de investigadores e bolseiros que desenvolvem a sua actividade”, sublinha.

O terreno onde está actualmente a ESECS foi cedido pela prisão-escola de Leiria e é precisamente com esta instituição que está para ser assinado um novo acordo com vista à construção de um novo campus.

Na sessão solene da abertura do ano lectivo, Rui Pedrosa, presidente do Politécnico de Leiria, reconheceu a falta de condições da ESECS e anunciou a construção de uma nova escola nos terrenos da prisão-escola, criando-se um “único campus académico”.

Em contrapartida, a instituição assume a requalificação dos pavilhões ali situados. “Esta necessidade de melhorar as condições dos funcionários, dos estudantes e dos investigadores é algo que há pouco mais de dois anos constitui a missão essencial e central desta equipa directiva. Estamos muito satisfeitos por o senhor presidente ter tornado público que a construção de novas instalações para esta escola é um projecto essencial nos próximos anos”, afirma Sandrina Milhano, salientando que o objectivo é criar um espaço “aberto, inclusivo e eco-sustentável&rdqu

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