Viver
Leitão, há 16 anos a “fazer ondas” no mar dos algoritmos
O [Bruno] Leitão foi um dos pioneiros do YouTube em Portugal. Começou com vídeos de humor e evoluiu para as análises políticas no Instagram, onde mais de 11 mil seguidores o acompanham. Uma viagem de vida feita de experiências, de plataformas trocadas e de uma convicção que não arrefeceu: a criação de conteúdo como forma de intervenção
Seja no restaurante Raízes a servir flammkuchen (especialidade da Alsácia, região de fronteira entre França e Alemanha, visualmente semelhante a uma pizza), a calcorrear as ruas da cidade de Leiria e até as de Londres, talvez já tenha visto Bruno Leitão e pensado “aquela cara não me é estranha”.
Provavelmente, não é mesmo. Há 16 anos, o “Leitão”, como é conhecido pelos seguidores, fez parte da primeira geração de youtubers do País, mas hoje, com o foco voltado para vídeos curtos de conteúdo político, está no Instagram, onde aborda temas como a Palestina, a ascensão da extrema-direita, o comunismo e os direitos dos trabalhadores.
Foi pelo humor e pelas histórias da sua vida que, aos 23 anos, iniciou a sua presença no YouTube, após inspirar-se em outros autores estrangeiros como Nigahiga ou Ray William Johnson.
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