Viver

No diálogo entre o barro e a dança, há histórias esculpidas em corpo vivo

24 nov 2022 14:00

Maciço. Nova co-criação da única companhia profissional inclusiva em Leiria coloca oleiros em palco e inspira-se no ambiente das serras de Aire e Candeeiros para elevar o chão comum ao estatuto de arte

Ensaio no estúdio da Corpo. O projecto é apoiado pela Rede Cultura
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Ricardo Graça
Ensaio no estúdio da Corpo. O projecto é apoiado pela Rede Cultura
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Ricardo Graça

O corpo manipula o barro e a dança manipula o corpo. No novo projecto de co-criação da única companhia profissional inclusiva em Leiria, há oleiros que se tornam matéria-prima e dois mundos em diálogo, com um olhar contemporâneo sobre práticas ancestrais.

Maciço inspira-se no ambiente das serras de Aire e Candeeiros para elevar o chão comum ao estatuto de arte e destacar a ligação à terra, entendida como a casa a que se quer voltar.

“O maciço é uma pedra gigante, é um chão que nos une a todos, e embora pareça muito robusto e forte, e que sustenta uma humanidade, o chão que todos nós pisamos, ele é na verdade bastante frágil, na medida em que com a erosão e com a manipulação do Homem, e com as alterações que vai sofrendo, vai-se sedimentando até chegar a fragmentos tão pequeninos que dão origem ao barro”, explica Marina Oliveira, coordenadora artística da companhia Corpo e gestora do projecto Maciço.

A inclusão é um dos valores da companhia Corpo, ancorada na Associação de Dança de Leiria. No projecto Maciço participa um bailarino com deficiência cognitiva e uma bailarina com 45 anos de idade, além de bailarinas mais jovens, contratadas após prestarem provas. Não há distinção entre profissionais e não profissionais. Todos recebem o mesmo e partilham a co-criação.

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