Viver

Palavra de Honra | Podemos poupar em muitas coisas exceto no que nos faz realmente felizes.

29 abr 2021 16:04

Catarina Simões, agente de viagens na Portugal2travel

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- Já não há paciência... para as aulas online, reuniões zoom e as mil e uma receitas de fazer pão entre outras coisas que não têm importância nenhuma e são uma perda de tempo, esse bem precioso.
 
- Detesto... em alguns dias a minha trunfa e a sua personalidade forte, não temos uma relação perfeita mas é a possível.
 
- A ideia... é levar isto tudo com muita calma, manter os meus próximos de mim e aproveitar cada sorriso, cada música, cada paisagem, cada rua, cada viagem. Podemos poupar em muitas coisas exceto no que nos faz realmente felizes.
 
- Questiono-me se... posso fazer mais e melhor ou simplesmente não fazer nada, se sempre é verdade que o papel higiénico vai acabar e se existe o pote de ouro no final do arco-íris.
 
- Adoro...o meu trabalho e por isso faço-o com paixão. Adoro viajar de mochila às costas, as descobertas, as pessoas que vou conhecendo e as amizades que ficam. Adoro sorrisos fáceis e genuínos, pessoas que não se acomodam à vida e poder encantar-me com coisas simples.
 
- Lembro-me tantas vezes... das vezes que nos disseram que ia ficar tudo bem, mas que na realidade não vai. 
 
- Desejo secretamente...coisas que não posso revelar aqui!!!
 
- Tenho saudades... do meu trabalho, dos abraços quentes e dos bailaricos no adro da igreja da minha aldeia, que são o momento de reencontro dos meus amigos de infância, nesses dias somos felizes todos juntos.
 
- O medo que tive… em tomar decisões difíceis na vida, cair, levantar e recomeçar e daquela aranha gigante castanha que encontrei em casa.
 
- Sinto vergonha alheia... do que se é capaz de dizer escondido atrás de um ecrã como se fôssemos juízes e donos da razão e sinto vergonha alheia do estado da justiça no nosso país.
 
- O futuro... é uma incógnita consequente das nossas escolhas. Não tenho grandes planos, até porque gosto de rotinas desarrumadas, mas acredito plenamente nas previsões do Mestre Baldé que me disse que o meu passa por uma temporada em Bali.
 
- Se eu encontrar... o que quer que seja, será uma sorte. Nunca encontrei nada que eu não tenha procurado. Ficarei feliz se encontrar os cavalos brancos, os patinadores russos e os anões que os meus amigos me prometem sempre no meu aniversário e nunca cumprem.
 
- Prometo... não viver em função dos outros, não me limitar e um dia quem sabe, deixar de roer as unhas. 
 
- Tenho orgulho... nos meus filhos. São sem dúvida o melhor de mim e tenho orgulho de ser caloira com a minha idade.

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