Viver

Stone Dead. Quando o rock ganha (ainda mais) classe

17 abr 2026 07:55

Novo álbum e concerto este sábado

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A mudança de formação e a escrita nas horas tardias ditaram um som elegante
Rodrigo Correia
Pedro Miguel Carvalho

São nove anos entre o primeiro e o segundo disco. Invariavelmente algo tinha de mudar. E mudou. A banda edita hoje, 16 de Abril, Milk, que troca a intensidade das guitarras distorcidas por linhas melódicas e um trabalho de estúdio marcado pela introspeção.

A mudança de formação e a escrita nas horas tardias ditaram um som elegante, pronto para o palco e para os próximos desafios. Vindos de Alcobaça, e depois de um percurso inicial assente em actuações de volume no máximo por onde passavam e um circuito muito interessante de apresentações internacionais, a banda apresenta agora um trabalho onde a maturidade dita o ritmo. O som evoluiu da dureza inicial para ganhar contorno, elegância e uma estrutura mais cuidada. Uma viragem que não nasce do acaso, mas do tempo que passou, das vivências acumuladas e da chegada de novos elementos à formação.

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