Economia

“Não é por se usar caixas automáticas que os combustíveis são mais baratos”

20 ago 2026 08:15

Primeiro foram as bombas de gasolina, depois as portagens e depois as caixas dos supermercados. Lino Ferreira, presidente da Acilis, pergunta onde foram parar os postos de trabalho e a poupança no preço

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Poupança em pessoal, em parte, pode estar a ser devorada pelos custos extra em vigilância
Foto: Magnific
Jacinto Silva Duro

Há pouco mais de uma década, entrar num posto de abastecimento significava ser recebido por um funcionário que atestava o depósito. Hoje é raridade.

O gesto passou para o condutor e, com ele, o tempo, o esforço e a responsabilidade pelo erro.

O mesmo sucedeu nas portagens, nos bancos e nas caixas de cada vez mais supermercados.

A promessa é sempre poupar tempo a quem compra. Mas as marcas beneficiam da redução de pessoal e, sublinha Lino Ferreira, presidente da direcção da Acilis - Associação de Comércio, Indústria, Serviços e Turismo da Região de Leiria, a transferência de tarefas não fez os preços descerem.

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