Viver
Osso: na aldeia de São Gregório há um refúgio para a arte em comunidade
Com apoio da Direcção-Geral das Artes, de 960 mil euros até 2030, a associação é um abrigo para residências artísticas
Na mensagem enviada por correio electrónico insinua-se o contraste que provoca na paisagem o edifício gerido pela associação Osso: “Quando virem um portão azul chegaram!”
A povoação de São Gregório aparece depois de quilómetros cobertos por árvores e área agrícola e é onde o colectivo de artistas e investigadores mantém desde 2018 um refúgio em que a criação de arte contemporânea estabelece as fundações de um projecto social, político e ecológico, de raiz comunitária.
Rita Thomaz destaca o diálogo com a população e traz à conversa a criança residente na aldeia para quem os sítios de que mais gosta são “a Osso e a igreja”. O programa de oficinas – Escola dos Labirintos – atrai alunos do primeiro ciclo de São Gregório, mas não só, durante o ano lectivo e também no Verão.
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