Economia

Para a Corbário, “a maior mina do País não precisa de escavação” e respeita o ambiente

18 jun 2026 08:30

Até agora, o destino inevitável para um prato partido, uma sanita fora de linha ou azulejo com defeito de cozedura era – maioritariamente - o aterro, mas uma empresa de Leiria decidiu que pode ser diferente

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Carolina Mota e Luís Vieira na nova unidade de reciclagem de cerâmica na Redinha
Fotografia: JSD
Jacinto Silva Duro

Sempre que, numa linha de produção de cerâmica ou sanitários, um lote é afectado por um defeito, o destino dos artigos era, até agora e principalmente, o aterro.

O Grupo Corbário, sediado no Barracão, Leiria, está a mudar isso.

No âmbito da test bed INOV.Recycle, esta empresa liderada por Luís Vieira e Carolina Mota desenvolveu um processo de reciclagem de produtos cerâmicos que permite reincorporar o material resultante, em combinação com matéria-prima virgem.

Na Redinha, foi construída de raiz uma unidade industrial cuja tecnologia permite moer, tratar e reintegrar cerâmica já submetida a tratamento térmico - cozida em forno - em novas soluções argilosas.

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