Abertura
Passaram seis meses da tempestade Kristin. O que mudou?
A 28 de Janeiro sopraram ventos cujo som, tão cedo, não será esquecido. Voaram as telhas e, a descoberto, cou a fragilidade de um território desabituado a viver este tipo de episódios. Meio ano depois, surgiram iniciativas e a vontade de apostar na resiliência
O vento forte vinha aí, sabíamos. O mau-tempo já se registava dias antes e iria prolongar-se durante mais algumas semanas. Afinal, era Inverno. Contudo, a madrugada de 28 de Janeiro deixou a descoberto as fragilidades de um território que, embora habituado a lidar com as vontades da natureza, nunca teve danos tão severos.
Pouco escapou à fúria da tempestade Kristin e a região, principalmente os concelhos de Leiria e Marinha Grande, ficaram irreconhecíveis. Ficou perceptível a necessidade de estabelecer novos procedimentos e adoptar medidas diferentes para que, numa próxima, seja mais fácil resistir e recuperar.
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