Sociedade

Pinhal de Leiria decapitado, eucalipto com mais de 165 anos não resistiu

30 jan 2026 18:14

ICNF já está no terreno em operações de corte e limpeza, mas há várias estradas intransitáveis

Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
Ricardo Graça
Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
Ricardo Graça
O "Eucalitpo do Tremelgo" que tinha 53 metros de altura
O "Eucalitpo do Tremelgo" que tinha 53 metros de altura
Ricardo Graça
O "Eucalitpo do Tremelgo" que tinha 53 metros de altura
O "Eucalitpo do Tremelgo" que tinha 53 metros de altura
Ricardo Graça
As equipas do ICNF já estão no terreno em operações de corte e limpeza
As equipas do ICNF já estão no terreno em operações de corte e limpeza
Ricardo Graça
Várias estradas do pinhal estão intransitáveis
Várias estradas do pinhal estão intransitáveis
Ricardo Graça
Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
Sexta-feira, dia 30, durante a manhã
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Ricardo Graça

Muito do que não ardeu em 2017 tombou em 2026. A depressão Kristin deixa um cenário de devastação também na Mata Nacional de Leiria, com milhares de pinheiros destruídos ou arrancados pela raiz, incluindo, algumas das árvores mais antigas, que resistiram a tudo nas últimas décadas, mas não à força do vento na madrugada de quarta-feira.

Várias estradas do pinhal estão intransitáveis, obstruídas por árvores que caíram sobre o asfalto.

Uma das árvores que o mau tempo deitou por terra na Mata Nacional de Leiria é o "Eucalitpo do Tremelgo", um exemplar com mais de 165 anos e 53 metros de altura. Era considerada uma árvore de interesse público.

Na zona do Tremelgo, outras árvores de grande porte caíram e o parque de merendas está bastante danificado.

As equipas do ICNF já estão no terreno em operações de corte e limpeza.

Vários talhões que escaparam ao grande incêndio de 2017, sendo alguns deles dos núcleos com mais idade actualmente, foram agora arrasados.