Sociedade
Rancho Folclórico do Freixial promove Festa das Tradições com Museu aberto
O programa conta com a actuação do Rancho Folclórico do Freixial, do Rancho Folclórico da Sortelha e do Rancho Folclórico do Vale do Lis – Barreiros
De 5 a 6 de Setembro, sábado e domingo, o Rancho Folclórico do Freixial celebra mais uma vez o folclore e a etnografia com a sua Festa das Tradições.
O evento decorre no espaço do Rancho, no Freixial, sendo que o Museu do Freixial se encontra aberto a visitas no domingo. As actividades arrancam no sábado, dia 5, com o 4.º aniversário da Companhia de Teatro À Vista.
Pelas 19 horas, tem lugar a inauguração da exposição 4 anos à vista e, às 21 horas, é apresentada a peça Spínola, com o DEN – Cultural e Arte de Aveiro. O dia termina com o Jam Session Jazz, pelas 23 horas, com um combo da Escola de Jazz de Leiria.
No dia 6, domingo, a partir das 9:30 horas, decorre o Mercadinho CAA (Centro de Artes do Arrabal), seguido de almoço. Pelas 15 horas, decorre a apresentação do grupo de dança do projecto “Companhia Sénior” CAA.
A partir das 16 horas, a Festa das Tradições prepara o seu encerramento com um festival de folclore.
O programa conta com a actuação do Rancho Folclórico do Freixial, do Rancho Folclórico da Sortelha e do Rancho Folclórico do Vale do Lis – Barreiros. O Museu Etnográfico do Freixial encontra-se aberto a visitas durante o domingo.
Fundado em 1978, o Rancho Folclórico do Freixial tem sede na mesma localidade, na freguesia do Arrabal. Foi reconhecido como instituição de utilidade pública em Janeiro de 1991 e é membro da Federação do Folclore Português e sócio fundador da Associação Folclórica da Região de Leiria/Alta Estremadura.
O Museu Etnográfico anexo é o resultado da recolha de um vasto espólio pelo Rancho ao longo do tempo. Trata-se da reconstituição de uma habitação rural do final do século XIX, que mostra o mundo agrícola e as actividades tradicionais então existentes.
O “Museu Etnográfico do Freixial revive o dia-a-dia das gentes que sobreviveram numa economia de subsistência, em tempos difíceis, onde o ofício do carpinteiro era tão importante como o do ferreiro, do serrador, do pedreiro ou da tecedeira”, refere a descrição do espaço.