DEPRESSÃO KRISTIN

Resíduos da tempestade estão a ganhar nova vida como matéria-prima

22 fev 2026 08:00

MetalMarinha e Resilei já começaram a receber resíduos gerados pelo temporal. Especialistas alertam para os cuidados necessários associados ao manuseamento do amianto.

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Maria Anabela Silva

Com o pavilhão principal “destruído” e “a trabalhar a 50%”, a MetalMarinha, empresa da Marinha Grande especializada na comercialização e gestão de resíduos metálicos, está já a receber material resultante da tempestade Kristin.

“Assim que começaram a limpar as ruas da cidade, fomos recebendo pedidos para recepcionar os resíduos”, confirma Marco Pereira, administrador da empresa, adiantando que o material reciclado é depois encaminhado para a Siderurgia Nacional e usado para a produção de “verguinhas de ferro” utilizadas na construção.

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