DEPRESSÃO KRISTIN

Com edifícios devastados pelo vento, forças de segurança e bombeiros acudiram sempre quem mais precisou

28 fev 2026 10:00

Um mês depois, a devastação continua à vista, apesar de militares, agentes e bombeiros terem arregaçado as mangas e procurado minimizar os estragos

Os ventos ciclónicos levaram o telhado do quartel dos Bombeiros Voluntários de Leiria. A sala onde eram visionadas as câmaras de vigilância da PSP ficou inoperacional
Os ventos ciclónicos levaram o telhado do quartel dos Bombeiros Voluntários de Leiria. A sala onde eram visionadas as câmaras de vigilância da PSP ficou inoperacional
Ricardo Graça
Os ventos ciclónicos levaram o telhado do quartel dos Bombeiros Voluntários de Leiria. A sala onde eram visionadas as câmaras de vigilância da PSP ficou inoperacional
Os ventos ciclónicos levaram o telhado do quartel dos Bombeiros Voluntários de Leiria. A sala onde eram visionadas as câmaras de vigilância da PSP ficou inoperacional
Ricardo Graça

Poucos foram os edifícios que escaparam à fúria dos ventos da depressão Kristin na região, que também causou sérios danos nos quartéis dos bombeiros, do comando e postos da GNR e no comando e esquadras da PSP. Mesmo ‘feridos’ no coração das suas estruturas, os operacionais nunca deixaram de prestar a sua missão. Minutos depois estavam nas ruas, numa tentativa de manter as vias desobstruídas e acudir a quem mais precisou.

Um mês depois, a devastação continua à vista, apesar de militares, agentes e bombeiros terem arregaçado as mangas e procurado minimizar os estragos.

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