Sociedade
Serviço de Finanças gera preocupação em Porto de Mós
Falta de funcionários reflecte-se no serviço prestado, que "é péssimo", reconhece o presidente da câmara
A falta de funcionários no Serviço de Finanças de Porto de Mós, que se reflecte no "péssimo" serviço prestado, preocupa o município, que, segundo o presidente da câmara, tem feito "pressão" junto da tutela, para a colocação de mais trabalhadores.
"É uma preocupação, não porque esteja em risco o encerramento [da repartição], mas pelo péssimo serviço prestado", afirmou Jorge Vala, presidente da autarquia, na última reunião de executivo, em resposta à intervenção de um munícipe.
Na interpelação que fez ao executivo, João Pereira descreveu o funcionamento do serviço como "caótica", situação que "se agravou" com a saída recente de mais um funcionário. "Não se admite estamos seis meses à espera de uma avaliação, por falta de funcionários", denunciou o municícipe, que disse temer o encerramento do serviço, obrigando a deslocações ao concelho vizinho da Batalha.
Um cenário afastado por Jorge Vala, que adiantou que o num recente contacto com o secretário de Estado das Finanças, este o informou que iria ser lançado um novo procedimento concursal para novas contratações.
Segundo o autarca, há também a possibilidade de abrir concursos de mobilidade, para o recrutamento dentro da Função Pública, mas "não tem habido interessados".